O Grupo Capilar Brasil é mundialmente reconhecido por realizar procedimentos com o Sistema de Alta Densidade®, o que envolve grandes extrações de folículos.
No entanto, uma dúvida muito comum entre os pacientes é: “como fica a região doadora alguns anos após o procedimento?”.
Primordialmente, o nosso compromisso não é apenas entregar volume na área calva, mas também garantir que a área de onde tiramos o cabelo permaneça impecável e sem marcas visíveis.
A importância da extração homogênea
Quando realizamos uma extração máxima, precisamos ter um cuidado extremo para que ela seja feita de forma totalmente homogênea.
Além disso, é necessário observar as variações naturais de densidade que cada paciente apresenta.
Por exemplo, normalmente percebemos uma densidade menor nas têmporas e uma concentração muito maior de fios na região da nuca.
O papel estratégico da Área doadora da nuca
Nesse sentido, a nuca é a nossa área prioritária, visto que ela nos oferece os melhores folículos.
Frequentemente, encontramos nessa região unidades foliculares de três ou quatro fios, que são essenciais para elevar a média e garantir a densidade alta que entregamos.
Contudo, para que o resultado seja perfeito, aplicamos o que chamamos na medicina de “parcimônia”. Isso significa que, onde há menos fios, aumentamos o espaçamento da extração; onde há mais fios, aproximamos as entradas de forma estratégica.
Consequentemente, a região doadora fornece o material necessário sem apresentar falhas ou “buracos” no pós-operatório.
O transplante capilar deixa cicatrizes na área doadora?
Uma das maiores preocupações de quem busca o transplante é o medo de ficar marcado ou com cicatrizes evidentes.
Todavia, a resposta para essa dúvida é tranquilizadora: não, não fica marcado. Isso ocorre porque utilizamos um instrumento chamado Punch, que geralmente possui apenas 0,9 mm de diâmetro.
O processo de cicatrização e cobertura.
Dessa maneira, para cada entrada do Punch, gera-se um furo minúsculo que cicatriza em pouquíssimos dias após a cirurgia.
Além do mais, com o crescimento natural dos fios remanescentes, ocorre uma cobertura completa da pele.
Como resultado, é praticamente impossível perceber que houve uma extração ali, pois a densidade é equalizada entre os lados e a parte posterior da cabeça.
Expandindo as possibilidades: o uso do Body Hair.
Em casos onde a região doadora no transplante capilar convencional é limitada, utilizamos a técnica de Body Hair (pelos corporais).
Visto que o nosso objetivo é sempre a densidade máxima, recorremos a áreas como a parte inferior da barba e a região do tórax.
Por que usar a barba e o tórax como Área doadora?
Certamente, essas áreas são prioridade porque nos entregam folículos saudáveis, espessos e fáceis de abordar no ângulo ideal.
Da mesma forma que no couro cabeludo, nessas regiões também não restam cicatrizes visíveis.
Uma vez que os furos são microscópicos, a pele cicatriza rapidamente e os pelos que permanecem garantem a cobertura estética da área.
Finalmente, podemos afirmar que uma grande extração só é bem-sucedida se a área doadora for respeitada e preservada.
No Grupo Capilar Brasil, unimos a tecnologia do Sistema de Alta Densidade® com a perícia técnica para garantir que você recupere o seu cabelo sem comprometer a harmonia do seu visual.
Em suma, se você ainda tem dúvidas sobre como a sua região doadora no transplante capilar reagirá ao procedimento, lembre-se que o planejamento homogêneo é a nossa assinatura de qualidade.


